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Bebê no Orçamento

conta de mesa da cozinha

Compra parcelada com bebê a caminho: SAC x Price

Informe o valor financiado, o prazo, os juros e os custos mensais. O simulador compara parcelas e total pago no SAC, na Price e, se quiser, num consórcio do mesmo valor.

Primeira parcela...
Resumo lado a lado (valores em R$)
SACPriceConsórcio
1ª parcela
Última parcela
Total pago
Total de juros
Parcela mês a mês, resumo (R$)
MêsSACPriceConsórcio

As parcelas já incluem os custos mensais fixos informados. Para comparar propostas reais de financiamento, use o CET (Custo Efetivo Total) do contrato, que reúne juros, tarifas e seguros.

A conta é sua. O resultado depende só dos números que você digitou e fica no seu aparelho. Não é simulação oficial nem recomendação de compra, crédito, seguro ou investimento.

Quando usar

Com a chegada de um filho, aparecem compras grandes que muita família financia: um carro com espaço para a cadeirinha, os móveis do quarto, um empréstimo para cobrir o parto. Antes de assinar, vale ver como a parcela se comporta mês a mês e quanto você paga no total. Pense também na data: a parcela precisa caber no mês em que a renda pode estar menor, durante ou logo depois da licença.

Como o simulador calcula

Ele parte do valor financiado. Se você preferir informar o preço do bem e a entrada, a diferença entre os dois vira o valor financiado. Taxa digitada ao ano é transformada em taxa mensal equivalente: some 1 à taxa anual, eleve à potência 1/12 e subtraia 1.

  • SAC: a amortização, que é a parte que reduz a dívida, fica igual todo mês (valor financiado dividido pelo prazo). Os juros são cobrados sobre o saldo que ainda falta, então a primeira parcela é a mais alta e as seguintes vão encolhendo.
  • Price: a parcela não muda do começo ao fim. Nos primeiros meses ela é quase toda juros; perto do fim, quase toda amortização. Por isso a dívida demora a baixar.
  • Custos mensais fixos: seguro, tarifa ou outro valor fixo informado é somado a todas as parcelas dos dois sistemas e aparece no total pago.
  • Consórcio: sem juros. A carta de crédito, igual ao valor financiado, recebe a taxa de administração total e o fundo de reserva, os dois em percentual da carta, e o total é dividido pelo número de meses. Na fórmula: parcela = carta x (1 + administração + fundo de reserva) / prazo.

O que observar no resultado

  • No SAC, o mês mais pesado é o primeiro. Se ele não cabe com folga junto com a fralda e o mercado, o contrato é arriscado.
  • Na Price, a parcela começa menor, mas o total de juros tende a ser maior, porque o saldo cai mais devagar.
  • A distância entre o total pago nos dois sistemas aumenta com prazos longos e juros altos; em compras curtas, quase não aparece.
  • No consórcio você paga taxas, não juros, mas só recebe o bem quando a cota é contemplada, por sorteio ou lance. Para quem precisa do carro antes do parto, esse tempo pode não servir.
  • A tabela traz os três primeiros meses e o último, para mostrar a evolução da parcela sem uma lista enorme.

O que fica fora da simulação

  • Correção do saldo ou da carta por índice de inflação, que altera as parcelas com o tempo.
  • IOF, tarifas de cadastro e avaliação, registro e outros custos da contratação. Para comparar propostas, peça o CET (Custo Efetivo Total).
  • Seguros que mudam conforme o saldo ou a idade, já que aqui o custo mensal é fixo.
  • Pagamentos extras e quitação antecipada, que diminuem os juros.
  • No consórcio: lance, seguro, reajuste anual da carta e devolução de sobra do fundo de reserva ao fim do grupo.

Guias que explicam esta conta

Leia para saber o que o número quer dizer.

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